Pular para o conteúdo principal

  


Economia com horário de verão pode beirar R$ 400 milhões

FONTE  ...  Revista  AMANHA 

retorno do horário de verão também traria uma economia próxima a R$ 400 milhões para a operação do Sistema Interligado Nacional (SIN) apenas entre os meses de outubro e fevereiro. A estimativa consta de uma nota técnica divulgada pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS). Segundo o estudo, a alteração no horário brasileiro durante o verão resultaria em uma "redução de custo de combustível termoelétrico, para o horizonte de outubro de 2024 a fevereiro de 2025, de R$ 356 milhões no pior cenário hidrológico e R$ 244 milhões no melhor cenário hidrológico", detalha o documento.

A prática se demonstra eficaz em amenizar o crescimento da carga entre as 18h e 19h, horários críticos do sistema. No entanto, após o período das 20h, o crescimento é retomado", complementa o documento técnico. O ONS pondera que, ao avaliar o impacto da prática no consumo de energia, verificou-se que o impacto em alguns horários do dia é ineficaz no sentido de reduzir a carga média diária. No entanto, verificou-se também "reduções significativas em dias úteis, sábados e domingos, sob diversas condições de temperatura" nos momentos de demanda máxima noturna.

LINK DO GRUPO  E REVISTA  AMANHA:

https://amanha.com.br/categoria/brasil/economia-com-horario-de-verao-pode-beirar-r-400-milhoes

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

    Lapinha entra na ranking dos Melhores SPA Clínicos do mundo  . 🇧🇷🌎🌻 . Após um rigoroso processo de avaliação, a Lapinha foi selecionada como finalista nas três categorias de prêmios Awards 2026  (@worldspawellness ): * Sustainable Spa of the Year * Independent Spa Business of the Year * Spa & Wellness Team of the Year Essa conquista é um reconhecimento da excelência da Lapinha na indústria de Wellness e bem-estar. . #LapinhaSpa #Wellness #Sustentabilidade #SpaAwards  #WSWAWARDS26 . Alemanha avança no conceito de consumo de alimentação Vegetariana  🌻🌎🌾 🌻🥝🌿🌻🌻🌻 🌻 🌿 🌾 🌎 Um relatório do USDA descobriu que mais da metade (55%) dos alemães agora se consideram flexitarianos depois de reduzir o consumo de carne. O país também atingiu a marca de 1,5 milhão de veganos no ano passado. Intitulado Plant-Based Food Goes Mainstream in Germany, o relatório observa que o último número aumentou de apenas 0,1 milhão há dez anos. O consumo de carne tamb...
  Cientistas e estudiosos da neurociência afirmam que os animais têm capacidades  cognitivas 🦜🐕🌎🌅 . Ou seja, formas de pensar e sentir que se assemelham às humanas em muitos aspectos. Embora eles não expressem o pensamento da mesma forma que os humanos — pois não possuem linguagem complexa —, os animais conseguem processar informações do ambiente, ter emoções, interagir socialmente e apresentar certos níveis de autoconsciência. Por exemplo, pesquisas mostram que animais como chimpanzés, elefantes, cães e até alguns invertebrados têm consciência do mundo ao seu redor, percebem sua existência, e até têm ambições ou buscam status em seus grupos sociais. Essas capacidades cognitivas são sustentadas por evidências neurológicas que indicam estruturas cerebrais semelhantes às humanas nas áreas responsáveis pela consciência. A consciência animal é um campo complexo, que ainda enfrenta desafios filosóficos e metodológicos, mas há um consenso crescente de que muitos animais têm expe...
   Proteínas vegetais aprimoram produção de carne de laboratório FONTE ...........   JORNAL METROPOLIS . Uma equipe da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) criou com resíduos vegetais uma possível alternativa ao soro fetal bovino, ingrediente de alto custo usado na produção de carne a partir de células animais cultivadas. Paralelamente, pesquisadores do Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais (Cefet-MG) e da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) encontraram uma forma de obter carne estruturada, semelhante a um bife, usando polímeros degradáveis de origem vegetal em vez de colágeno, proteína de origem animal tradicionalmente usada com essa finalidade. À medida que avançarem, esses trabalhos poderão contribuir para ampliar a produção e reduzir o custo da carne feita a partir de células animais. Essa inovação se anuncia como alternativa mais saudável, pela possibilidade de apresentar menos gordura com o mesmo teor proteico, e mais sustentável...